Voleibol do NIPO XXV TOVC – Torneio Outono de Voleibol do Cooperclube

No feriado de abril, entre os dias 19 a 21 aconteceu a XXV TOVC, em São Paulo. A delegação de Brasília esteve presente com a presença de mais de 50 pessoas, incluindo atletas, comissão técnica e familiares, sendo uma das maiores delegações presentes no torneio.
A delegação de Brasília foi representada com 4 equipes, sendo 2 masculinas (sub 18 e adulto) e 2 femininas (sub 18 e adulto).
Com muitos jogos difíceis, foi preciso demonstrar toda a superação, concentração, trabalho em equipe e determinação das nossas equipes. É considerado o melhor resultado de Brasília nesse campeonato.
Sub 18 feminino e masculino conquistaram o bicampeonato consagrando-se em 1º lugar da série ouro, ambos contra o time da casa, Cooper/SP.
Adulto masculino e feminino com resultados melhores do que o ano de 2018, consagraram-se em 1º lugar e 3º lugar da série prata, respectivamente.
É importante salientar que nas finais são escolhidos atletas destaques, de Brasília, os destaques foram:
• Rafal Kenji Taira – (final Adulto masculino);
• Bruna Kaori Mikami Taira – (final sub 18 feminino), e
• Bruno Tadashi Takada Silva – (final sub 18 masculino).

O Departamento de Vôlei do Clube Nipo mostra-se orgulhoso pelos resultados positivos e parabeniza a todos os atletas, comissão e amigos pela força de vontade e dedicação desse grupo.

Informações dos treinos:
Adulto feminino – segundas e quartas das 20h às 22h30 (Prof.: Carlos Frederico);
Pré-Mirim (misto) – domingo das 10h às 12h (Prof.: Carlos Frederico);
Mirim/Infantil/ (misto) – sábados e domingos das 14h às 16h (Prof. Massato Taira);
Infanto (misto) – sábados e domingos das 16h às 18h (Prof.: Massato Taira);
Facebook: Vôlei Nipo Brasília;
 Instagram: Nipo Brasília Vôlei;
 Telefones: (61)9 9667-6752 ou (61)9 9875-3438 (Andreia Hosaka);
 Email: nipobrasiliavolei@gmail.com

Praticar esportes no inverno

Praticar esportes no inverno
Os médicos garantem: a estação mais fria do ano favorece a queima de calorias e a perda de peso. só não vale descuidar da hidratação e esquecer de alongar

1- Manter o corpo hidratado. Sempre. Não é porque você transpira menos no inverno que não precisa repor líquido. Uma boa dica é tomar chá aromático ou achocolatado light após o exercício.

2- Agasalhar-se bem. Mas sem exageros. Usar muita roupa para malhar é tão prejudicial à saúde quanto não usar. Pode dificultar a transpiração e levar à desidratação.

3- Fazer exercício é preciso. Acordar de madrugada, não. Opte por horários menos frios. Como o do almoço, por exemplo. Além de manter a boa forma, também alivia o estresse do trabalho.

4- Caprichar no aquecimento. Aquecer os músculos é importante no verão. No inverno, então, nem se fala. Lembre-se de que forçar a musculatura com o corpo totalmente frio é lesão na certa!

5- Nunca praticar atividade física com a barriga vazia. Nem com o estômago cheio demais. Na pressa, coma um ovo cozido, tome um iogurte natural ou beba um suco de frutas. E boa malhação!

6- Respeitar os seus limites. Se você não pratica exercícios há muito tempo, comece por uma boa caminhada. Ficou um mês sem treinar? Não tente recomeçar do ponto em que parou: seja paciente.

 

Fonte: vivasaude.digisa.com.br

 

6 motivos para você começar a jogar tênis agora mesmo

6 motivos para você começar a jogar tênis agora mesmo

Conversamos com o ex-tenista Ricardo Acioly, e com os atletas Thomaz Bellucci e João Olavo Souza, o Feijão, que listaram porque o esporte tão bacana

Comecei a jogar tênis já adulta, há cerca de cinco anos. Eu e minha irmã contratamos um professor e jogávamos apenas uma hora, uma vez por semana.

Achei que seria um fiasco, porque é difícil aprender algo do zero quando se está perto dos 30. Surpresa.

Com a assessoria de um bom profissional, em algumas semanas já conseguíamos bater bola bonitinho.

Em poucos meses já fazíamos o top spin, uma espécie de efeito que se dá na bolinha, com propriedade.

Em menos de um ano, desafiávamos duplas masculinas desconhecidas no parque – e até vencíamos.

Tênis é um esporte que proporciona ao praticante uma série de benefícios: coordenação, resistência, explosão, força muscular, melhora do condicionamento físico e do reflexo. Mas não é só.

Jogando tênis, você conhece gente – e muitas vezes é gente influente. Vários negócios começam a ser feitos na quadra. Vi um sujeito receber uma oferta de emprego, depois de um treino, na empresa do parceiro de raquete.

E também vi um outro cara, dono de uma empresa de delivery de comida pela internet, arrumar um sócio para seu negócio ali do meu lado, sentado no banco de madeira do ginásio onde treinávamos.

1. Você pode começar com qualquer idade

Mesmo que você nunca tenha jogado nenhum esporte com raquete, é possível iniciar-se no tênis hoje. “A única exigência é ter aptidão física para algum esporte”, afirma Ricardo Acioly.

“Com técnicas adequadas, é possível ensinar um esporte básico para qualquer pessoa. Há bolas de tênis diferentes e raquetes para várias necessidades. E um bom professor consegue fazer o aluno evoluir rapidamente.”

2. Você só precisa de mais uma pessoa

“Em esportes como o futebol, é necessário juntar algumas pessoas para praticar. Para jogar tênis só é preciso mais uma”, afirma Acioly. Se você é novato e não conhece ninguém que jogue, existe o aplicativo VS Tennis.

Espécie de Tinder para tenistas, ele localiza, por meio do GPS, pessoas que estão perto de você (em qualquer lugar do mundo) que praticam tênis.

Você pode desafiá-las para uma partida real, criar pontuação e montar ranking. É gratuito.

3. Seu círculo de amizades vai ampliar

Um dos maiores benefícios quando começamos a praticar um esporte é que fazemos amizades. Seus parceiros de treino e jogo podem ter profissões e vidas distintas, mas um interesse – o tênis – vocês têm em comum.

Aproveite isso para fortalecer os laços: marque partidas em parques ou quadras diferentes e, depois, estiquem para tomar um açaí (ou até uma cerveja para refrescar, né?).

Tem ainda outra vantagem. “Muita mulher bonita pratica tênis. Mas, como eu namoro, não posso me aprofundar no assunto”, brinca Thomaz Bellucci.

4. Seu chefe joga – e o chefe dele também

“Qualquer um pode jogar com outra pessoa: tenistas bons disputam com quem não joga tão bem e isso torna o esporte atraente”, diz Bellucci.

“Além disso, no tênis, é possível conversar nos intervalos dos pontos ou games. Então, entre um ponto e outro, o assunto pode render e os negócios acontecerem.”

Chamar o chefe para uma partida num fim de semana pode fazê-lo olhar para você com outros olhos, em um ambiente mais descontraído. Só não vale deixá-lo ganhar todas para puxar o saco.

5. Seu corpo fica forte e ágil

“O principal benefício do esporte é a melhora da saúde de quem pratica sempre”, diz Bellucci. Jogar tênis com certa regularidade melhora seu condicionamento físico e sua capacidade cardiorrespiratória.

Além disso, seus músculos ficam mais fortes, especialmente os dos braços, ombros e pernas. E você ainda perde peso: é possível queimar até 500 calorias a cada hora de jogo ou treino.

6. Você melhora no trabalho

Tênis diminui a ansiedade e o estresse. E trabalha a competitividade e aumenta muito sua concentração. “O jogo é uma briga tática. Você tem que pensar, ter estratégia. Isso o ajuda em outros aspectos da vida, como no trabalho”, diz Acioly.

“O esporte exige 110% de sua capacidade mental”, afirma João Olavo Souza, o Feijão. “Temos que estar alertas e concentrados praticamente o dia inteiro. Basicamente, tudo depende de nosso estado mental.”

 

Fonte: vip.abril.com.br

 

Quem se movimenta é muito mais feliz

Quem se movimenta é muito mais feliz
A liberação de substâncias químicas durante a atividade física ajuda a reduzir o estresse e aliviar a ansiedade

Seis horas da manhã. O despertador toca e você tem vontade de arremessá- lo pela janela. Ou, então, de virar para o lado e continuar a dormir. Mas, após alguns minutos de relutância, resolve se levantar da cama e fazer a sua caminhada matinal. “A parte mais difícil do exercício físico é sempre começar. Depois que começa, ninguém mais quer parar”, constata o professor de Educação Física Nuno Cobra, preparador físico, entre outros, de Rubens Barrichello. Mas ninguém precisa ser piloto de Fórmula 1 para saber que a prática regular de exercício físico traz benefícios para a saúde. Combate a obesidade, alivia o estresse, aumenta a resistência, melhora o humor, fortalece os ossos…

Melhora o humor? Mas como?
“A prática de exercícios físicos aumenta o nível de neurotransmissores, como a noradrenalina, a serotonina e a dopamina, que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar no indivíduo”, explica o neurofisiologista Ricardo Mario Arida, da Unifesp.

Segundo os médicos, assim que o indivíduo começa a praticar um exercício físico, o sistema nervoso central já libera, na corrente sanguínea, substâncias que ajudam a acabar com o mau humor de qualquer um. A certa altura, essa produção atinge um determinado patamar, que torna a sensação de relaxamento e bem-estar perceptível. O melhor de tudo é que essa sensação prazerosa tende a permanecer mesmo depois de terminado o exercício.

Abaixo a depressão!
Um detalhe curioso, segundo o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME), é que a serotonina, uma das substâncias produzidas pelo sistema nervoso, “faz parte do mecanismo de ação de diversos medicamentos antidepressivos”. “A falta desse neurotransmissor é uma das principais causas da depressão”, completa o biomédico Maurício de Mello Martinho, do Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício (CEFE).

Por essa razão, a prática regular de exercícios físicos – pelo menos 30 minutos por dia, cinco dias por semana – costuma ser indicada para portadores de ansiedade e depressão. “A prática regular de exercícios físicos está associada à melhora de diversas funções cognitivas, como memória e raciocínio, além de atuar também como um excelente ansiolítico e antidepressivo”, observa o cardiologista José Lazzoli.

Mas, para os exercícios físicos surtirem o efeito desejado em pacientes ansiosos ou deprimidos, a série não pode ser das mais puxadas. “O recomendável é que o exercício seja difícil, mas não impossível de ser executado. Você nunca vai tirar um indivíduo da depressão se propuser uma série que ele jamais conseguirà cumprir. Em vez de melhorar a situação, você vai agravar o quadro depressivo do paciente”, pondera Nuno Cobra.

Efeito anestésico
Das muitas substâncias produzidas pelo corpo durante os exercícios físicos, uma chama a atenção em especial: a endorfina. Ao contrário das demais, ela promove alívio das dores após uma determinada carga de exercícios. Não por acaso, a palavra é uma junção de “endo” e “morfina”. Ou seja, a endorfina costuma ser descrita, por alguns especialistas, como uma espécie de “analgésico natural” jé presente no corpo humano.

Mas não são todos os exercícios físicos que provocam no indivíduo aquela indescritível sensação de relaxamento e bem-estar. “Os predominantemente aeróbicos são os mais eficientes nesses casos”, assegura o fisiologista Raul Santo de Oliveira, também da Unifesp. Entre os “predominantemente aeróbicos”, ele cita três mais comuns: caminhada, corrida e natação. Mas enfatiza: “O melhor esporte que existe é aquele que o indivíduo pratica por prazer. ”

Por isso mesmo, nada de obrigar um sujeito que gosta de canoagem a fazer judô. Ou que adora tênis a praticar hipismo. “Algumas pessoas preferem esportes individuais. Outras, coletivos. Alguns, esportes terrestres. Outros, aquáticos. O segredo é adequar as exigências (físicas e psíquicas) do esporte ao nível das capacidades (físicas e psicológicas) do atleta”, ensina Renato Miranda, especialista em Psicologia do Esporte pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). “Por fim, para saber se um esporte terá consequências positivas no humor de um indivíduo, basta seguir o provérbio: ‘identifique-se com tudo o que você ama e preencha com isso a sua vida'”, diz.

5 dicas para melhorar a forma física
1. Mais importante do que escolher o exercício certo é praticá-lo na intensidade adequada. Exercício físico em excesso pode ser tão (ou mais) prejudicial à saúde quanto a falta dele.
2. Procure começar bem devagar e vá aumentando, gradualmente, o seu nível de esforço. Exercite-se até ficar ligeiramente ofegante, mas, em hipótese nenhuma, completamente sem fôlego.
3. Tente classificar a intensidade de seu exercício físico numa escala de zero a dez. Nela, o zero será atribuído ao repouso e o dez, à exaustão. O ideal é que a sua intensidade fique entre seis e sete.
4. Aumente em cerca de 10% o tempo ou a distância que você percorre por semana. Caso sinta desconforto, reconsidere a primeira meta estipulada até melhorar a sua resistência física.
5. Para aumentar o seu rendimento, procure praticar mais de um tipo de exercício físico. Variar entre modalidades esportivas melhora os resultados tanto anatômicos quanto fisiológicos.

Fonte: vivasaude.digisa.com.br

8 formas de incentivar seus filhos a praticar esportes

8 formas de incentivar seus filhos a praticar esportes.
Incentivar nossos filhos ? prática de esportes cria adolescentes saudáveis, engajados e os tira das ruas, das drogas e da inatividade. Aprenda dicas úteis de como incentivá-los.

É claro em nossa sociedade que a prática de atividades físicas ajuda a criança e adolescente a desenvolver mais a sociabilidade, a inteligência, melhora a autoestima, ajuda a ficar longe das drogas e da obesidade, cria hábitos saudáveis para toda uma vida, além da coleção de memórias e experiências de vida que moldarão seu futuro.

Razões para se praticar um esporte

1. Desenvolve o princípio de colaboração, o espírito de atuação em time ou convivência em grupo, e deixa a criança menos individualista.

2. Estimula a ser responsável, obediente e seguir regras.

3. Utiliza a energia e impulsividade com propósito e resultado.

4. Desenvolve a tolerância e respeito pelos outros, exercitando solidariedade.

5. Promove um crescimento emocional e físico saudáveis.

Crianças devem se dedicar às atividades que gostam para começarem a desenvolver suas aptidões, que devem ser proporcionadas sem pressão. Isso atrai o interesse e a dedicação à atividade.

Todo esporte proporciona benefícios, e alguns beneficiam qualidades específicas. A busca do equilíbrio entre as atividades é importante, para que não tenha uma vida sedentária.

Mais do que a prática de esportes, a interação dos pais nesse processo trará ainda mais benefícios. Aqui algumas atividades que ajudarão no incentivo:

1. Jogue alguns esportes com seu filho
Seja no quintal, na quadra da igreja ou de uma praça, seja futebol, basquete, vôlei ou qualquer outro. A conversa enquanto pratica pode aproximar os laços de pais e filhos, e você também pode ensinar-lhe que esportes podem ser agradáveis.

2. Evite pressionar ou insultar seu filho
Seja dizendo que estão errando ou forçando-os a fazer jogadas que ainda estão aprendendo. Isso cria um sentimento de aversão.

3. Exponha os benefícios do atletismo
Ao invés de ameaçá-los se eles não participarem no time da escola, afirme os pontos positivos. Algumas crianças, especialmente quando atingem a adolescência, se preocupam com sua saúde física e aparência. Se você falar francamente sobre os benefícios de saúde, seu filho pode ouvir porque estará interessado no assunto.

4. Visite um centro de recreação comunitário ou YMCA
Quando esses locais oferecem oficinas de esportes, você e seu filho terão uma oportunidade de experimentar uma vasta gama de diferentes esportes.

5. Converse com seus filhos depois que vocês visitarem esses locais
Ouça suas impressões e os ajude a identificar se eles desfrutaram de qualquer atividade em particular.

6. Fale com os pais dos amigos de seus filhos após brincarem juntos
Pergunte-lhes se seus filhos participam em todos os esportes. Se você lembrá-los de que os amigos fazem alguns esportes, de repente seus filhos estejam mais propensos a juntarem-se a eles ou num esporte diferente. Sabendo que um amigo estará com eles aumentará sua confiança.

7. Mencione as vantagens de fazer parte de atividades extracurriculares como esportes
Muitas vezes fazem um candidato de um colégio se destacar da multidão, desenvolve uma aparência forte e saudável, melhora a sociabilidade.

8. Partilhe algumas das suas próprias experiências desportivas de sua época com seu filho.
Diga-lhes sobre os bons momentos que você teve e algumas das amizades da época.

Se incentivar de maneira saudável, a prática de esportes trará muitos benefícios como desenvolvimento físico saudável, fisiológico ou motor, o aprendizado de como lidar e se relacionar com companheiros e adversários, desenvolver valores de cooperação e respeito às diferenças, aprender a conviver com conquistas e frustrações, conhecendo seus limites e suas potencialidades.

 

Fonte: familia.com.br

Os três tipos de alimentos que ajudam a controlar o apetite

Os três tipos de alimentos que ajudam a controlar o apetite
Aumentar a saciedade é estratégia para evitar ganho de peso sem recorrer a medicamentos; mastigação correta e evitar dietas restritivas também são comportamentos indicados por nutricionistas.

“A alimentação é mais do que a ingestão de nutrientes” – assim começa o primeiro capítulo do Guia Alimentar Para a População Brasileira, elaborado pelo Ministério da Saúde em parceira com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a USP.

Isso significa que uma alimentação saudável envolve, além da ingestão de determinados nutrientes, o modo como os alimentos são preparados, as diversas combinações entre eles e as características do modo de comer.

Ainda assim, a escolha de determinadas classes de alimentos pode ter impactos expressivos na redução do apetite. “Alguns alimentos promovem a sensação de saciedade prolongada e, com isso, favorecem o controle do apetite. Geralmente as fibras e os grãos, se utilizados de forma adequada, podem ajudar a moderar o apetite”, afirma Denise Boia, nutricionista do Núcleo de Tratamento da Obesidade Mórbida (Nutom) do Hospital Badim, no Rio de Janeiro.

Com o crescimento dos índices de obesidade na população brasileira – entre 2006 e 2016, a doença cresceu 60% no país -, modular o apetite por meio da alimentação se tornou um grande aliado para a perda de peso e uma alternativa ao uso de medicamentos.

Abaixo listamos, com o auxílio de nutricionistas, três classes de alimentos e três comportamentos importantes, que podem ajudar na sensação de saciedade e na perda de peso:

1) Fibras e grãos

Frutas, verduras, legumes, leguminosas e grãos como aveia, linhaça, chia e gergelim são ricos em fibras solúveis e ajudam a modular o apetite.

“As fibras solúveis, quando em contato com água, aumentam o volume gástrico e oferecem sensação de saciedade”, explica a nutricionista Tainá Gaspar, que atua com reeducação alimentar.

Outras diversas possibilidades incluem as folhas (alface, agrião), cereais em geral (arroz integral, aveia, centeio, cevada, milheto ou painço, milho amarelo, quinoa, trigo sarraceno, granola), oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas), sementes (chia, linhaça, girassol) e frutas secas (damascos, tâmaras, uva passa), enumera Boia.

“Esses alimentos, além de fontes de fibra, são ricos em triptofano, que é um aminoácido que participa da síntese de serotonina, um neurotransmissor que regula o humor e o sono”, explica Boia.

Os alimentos possuem também boas concentrações de magnésio, cromo, selênio e vitaminas do complexo B. “Esses nutrientes participam de reações químicas vitais para o organismo, além de melhorar as defesas do corpo”, complementa.

As fibras podem ser ingeridas em todas as grandes refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar, e também em lanches intermediários, promovendo a sensação de saciedade, recomendam as nutricionistas.

2) Proteínas e gorduras (mas as insaturadas)

Tanto as proteínas quanto as gorduras insaturadas retardam o esvaziamento gástrico, ou seja, a saída do alimento para o intestino, promovendo sensação de saciedade por mais tempo após as refeições, explica Gaspar. Entre os alimentos proteicos, estão as leguminosas, como o feijão, a lentilha, a ervilha, o grão de bico e a soja, além de carnes, ovos e laticínios.

Já os alimentos ricos em gordura insaturada incluem o abacate, as castanhas e outras sementes oleaginosas, o azeite de oliva e outros óleos vegetais. Esse tipo de gordura, encontrada principalmente nos vegetais, também possui efeito positivo no corpo, auxiliando o organismo a combater o colesterol ruim, o triglicérides e a controlar a pressão arterial, além de ajudar na modulação do apetite.

Se equilibrados corretamente, esses alimentos podem trazer benefícios para a saúde e bem-estar, bem como auxiliar no emagrecimento, aponta Gaspar. “Além disso, quando esses nutrientes chegam ao intestino, há liberação do hormônio colecistocinina, que também possui papel na geração de saciedade.”

3) Alimentos de ação termogênica

Em conjunto com alimentos que ajudam a controlar o apetite, é possível adicionar opções que favorecem uma ação termogênica no organismo – ou seja, aumentam a temperatura corporal e, com isso, aceleram o metabolismo basal para a produção de energia. “Com isso as células de gordura são queimadas e transformadas em energia”, explica Boia.

Em geral os ingredientes com essas características são condimentos, conforme detalha a especialista na lista abaixo:

a) Pimenta vermelha: possui a substância capsaicina, que auxilia o cérebro a acelerar a queima da gordura.

b) Canela: atua como um hipoglicemiante natural e, assim, auxilia na queima das gorduras, nivelando a glicemia.

c) Gengibre: além de acelerar a queima de gorduras, tem atividades anti-inflamatórias, auxiliando nos casos de obesidade. “Essa é uma doença crônica e progressiva, que gera inflamação em diversos tecidos do organismo, inclusive fígado e pâncreas, órgãos alvo de nosso metabolismo”, explica Boia.

d) Cúrcuma: funciona como um antioxidante natural.

Alimentação também é comportamento

A prática alimentar não envolve apenas a escolha correta dos ingredientes e, para modular o apetite, é importante se atentar a uma série de questões comportamentais. Comer com regularidade, mastigar bem e comer com atenção também auxiliam na percepção de saciedade, aponta Gaspar. Abaixo listamos três comportamentos essenciais para serem adotados em conjunto com a escolha certa dos alimentos.

1) Mastigação correta

“A alimentação correta é ‘orquestrada pela ação da mastigação e de hormônios, e a ação dos hormônios depende da alimentação. Uma coisa influencia a outra”, explica Boia.

Alimentos ricos em fibras, por exemplo, que são os primeiros da lista recomendada pelas especialistas, exigem uma mastigação exaustiva e permanecem mais tempo no estômago. “Com isso, eles inibem a produção de grelina, que é um hormônio produzido quando o estômago está vazio e gera a sensação de fome.”

Além disso, mastigar bem e devagar, além de melhorar a digestão, oferece tempo para que o organismo entenda que estamos ingerindo comida e produza os sinais de saciedade, complementa Gaspar.

2) Evite dietas restritivas

A ideia de que retirar itens importantes do cardápio, como carboidratos, irá contribuir para o emagrecimento geralmente tem efeitos negativos no médio e longo prazo. Arroz, farinha e macarrão podem ser consumidos normalmente – contudo, é importante usar preferencialmente a versão integral desses alimentos, que tem melhor qualidade.

Dietas mirabolantes também têm resultado negativo, uma vez que geram ansiedade e culpa pela impossibilidade de continuá-las por um longo período de tempo. “Dietas difíceis e impossíveis devem ser evitadas, principalmente se estiver obeso. Geralmente, essas propostas geram desânimo e depressão por não atingir os resultados esperados”, alerta Boia.

Gaspar alerta que dietas restritivas, tanto em calorias quanto focadas em nutrientes específicos, têm um efeito “extremamente negativo” no comportamento alimentar. “Após certo tempo a vontade e o apetite pelos alimentos que foram restringidos aumenta, podendo gerar episódios de compulsão.”

3) Alimente-se regularmente

Alimentar-se de maneira regular, respeitando os sinais de fome e saciedade, também ajuda a modular o apetite. Para evitar “ataques de fome”, Boia recomenda ter sempre à mão opções como uvas passas, damascos secos, tâmaras secas, castanhas-do-pará e frutas desidratadas. “Essas opções são ótimas fontes de zinco, principalmente na forma quelada, que auxilia nos processos metabólicos”, afirma.

Por outro lado, ignorar os sinais de fome e ficar longos períodos sem se alimentar pode gerar uma fome descontrolada na refeição seguinte, alerta Gaspar. “Isso faz com que o indivíduo coma com muita pressa, não mastigue direito e acabe ingerindo uma quantidade muito maior do que seria necessário para aquele momento.”

Outro ponto é que, ao ficar longos períodos sem se alimentar, a escolha imediatista por um alimento pode ficar prejudicada, explica Gaspar. “A qualidade do que comemos dificilmente é levada em conta nessas situações e biologicamente somos levados a preferir alimentos mais calóricos, com maior teor de gordura ou açúcar.”

 

Fonte: g1.globo.com/bemestar

Comida de atleta: conheça a funcionalidade dos alimentos para melhorar a performance

Comida de atleta: conheça a funcionalidade dos alimentos para melhorar a performance
Não é atleta, mas a rotina é uma correria? Você também vai se beneficiar!

Formada pela Hunter College de Nova York, a nutricionista Bela Gil dedicou um episódio do seu programa, o “Bela cozinha“, ao tema “comida de atleta”. Nele, a também chef prepara receitas usando ingredientes que potencializam a performance de quem pratica esportes e explica por que e como isso acontece.

Mas Bela Gil lembra: se seu dia a dia é uma correria, você também se beneficia da funcionalidade desses alimentos. “São importantes para as pessoas que gastam muita energia, que têm o dia a dia movimentado, não só os atletas. Essas pessoas precisam de mais nutrientes para manter o pique intenso“, lembra.

Para começar, Bela Gil aponta que é importante consumir combustível suficiente para manter a performance de treinamento e aponta o que você deve comer antes e depois do treino.

“Coma duas ou três horas antes do início do exercício e escolha alimentos que são ricos em carboidratos e têm baixo teor de gordura, como batata doce, inhame, arroz, macarrão e granola”,ensina. De dez a 15 minutos, coma o que Bela chama de ‘combustível final’, que é o caso da banana, rica em carboidrato, que dá energia, e ajuda a prevenir a câimbra, porque contém alto teor de potássio.

Quando encerrar a atividade, dentro de 30 a 60 minutos após o exercício, a nutricionista aconselha consumir carboidrato, também, além de 10 a 20 gramas de proteína.

A hidratação do atleta precisa de atenção especial. “Os atletas precisam de mais água por dia, em média, três litros (2.5 litros para as mulheres e 3.5 para os homens)”, calcula Bela. Segundo ela, as bebidas esportivas não seriam um problema se não tivessem aromatizantes, corantes e estabilizantes. “Essas bebidas, geralmente, contêm sacarose, água, glicose, cloreto de sódio (sal), citrato de sódio, fosfato de potássio monobásico, acidulante acido cítrico e aromatizante”, lista.

Ao beber água, o atleta está fazendo muito mais do que apenas matar a sede. “A hidratação é importante porque lubrifica as articulações, mantém a temperatura do corpo, ajuda a prevenir lesões, acelera recuperação da lesão e ajuda o corpo a manter o tônus muscular”, explica. A conta, segundo Bela, é de dois copos por quilo perdido de suor. “Sal ou alimentos salgados para substituir o que você perdeu no suor”, acrescenta ela.

Mas, o que esses nutrientes farão por você, atleta? “Carboidratos para dar energia, proteína para a recuperação muscular e gorduras para produção de hormônios”, resume Bela Gil.

Para ajudar você a se organizar, a chef e nutricionista ensina: “Sempre ande com pelo menos um lanche saudável na bolsa. Planejamento é a chave para a boa alimentação. Manter um bom nível de açúcar no sangue previne a exaustão e melhora a performance, por isso os lanches sao muitos bem vindos para os atletas”, diz.

 

Fonte: gnt.globo.com/bem-estar

Por que é importante tomar uma ducha antes de entrar na piscina

Por que é importante tomar uma ducha antes de entrar na piscina
Medida não é apenas uma questão de educação com outros banhistas, mas evita interações químicas potencialmente nocivas à saúde.

A prática de tomar uma ducha antes de entrar na piscina é obrigatória em muitos espaços públicos. Mas você sabe os motivos por trás dessa recomendação?

Não se trata apenas de fazer uma cortesia higiênica para os outros banhistas: é também uma medida importante para manter a salubridade da água.

Cloro e outros desinfetantes são usados para matar as bactérias e evitar o contágio de doenças infecciosas. O produto ressaca cabelo e pele, e seu cheiro pode ficar por horas no corpo, mesmo depois de um bom banho.

Mesmo assim, a exposição a esses níveis de desinfetantes presentes nas piscinas é inofensiva para a maioria das pessoas. O que pode interferir na nossa saúde é a mistura do cloro com outros produtos químicos que os corpos dos banhistas trazem para água, que geram um derivado daninho: a cloramina.

Como contaminamos a água?

A urina é o mais conhecido ingrediente “adicionado” às águas das piscinas pelos banhistas.

Um estudo recente da Universidade de Alberta, no Canadá, encontrou em todas as piscinas analisadas restos de um adoçante artificial que só poderia ter chegado ali através da urina.

Além disso, cada banhista traz para a água sua própria coleção de químicos: suor e sobras de produtos de higiene pessoal como cremes, xampus, loções e condicionadores.

Todos esses componentes interagem com o cloro da piscina e formam compostos orgânicos voláteis, potencialmente nocivos, que as pessoas podem respirar e que têm potencial para causar irritação nos olhos e no sistema respiratório, provocando ataques de tosse ou crises de asma.

Esses compostos nocivos que se desprendem das reações químicas na água pesam mais que o oxigênio e formam uma espécie de “bolha de cloramina” na superfície da piscina. As crianças pequenas são as mais expostas a eles, já que geralmente engolem mais água.

Apesar de não haver nenhuma prova de que a exposição a essas substâncias possa causar problemas graves de saúde, esses compostos que se formam com a interação humana ainda não foram estudados com detalhes – e podem afetar mais algumas pessoas do que outras.

Ventilação e duchas

Em 2013, o nadador olímpico americano Caeleb Dressel teve que sair de ambulância de uma competição na Carolina do Norte devido à contaminação do ar na piscina.

Quem conta isso é outro nadador olímpico, Mel Stewart, responsável pelo site swimswam.com, especializado em notícias e informações sobre o universo desse esporte.

Em piscinas ao ar livre normalmente não há problemas, uma vez que nelas os compostos químicos nocivos escapar facilmente. Mas nas cobertas o ar fica contaminado, gerando um odor perceptível e característico.

Para prevenir esses danos à saúde, muitos órgãos, como o Centro para Controle e Prevenção das Doenças nos Estados Unidos, recomendam a ducha antes e depois dos banhos de piscina para retirar da pele os germes e restos de produtos de higiene.

Não urinar ou engolir a água também são outras duas importantes e óbvias recomendações, embora mais difíceis de serem seguidas pelas crianças.

Fonte: g1.globo.com/bemestar

Artes marciais espantam o estresse e a tensão do dia a dia

Um bom programa de treinamento desperta a inteligência corporal através de exercícios e técnicas que se ajustam aos movimentos instintivos do corpo. E, no caso das artes marciais, até os reflexos automáticos passam por um “upgrade”.

Muitos atletas atingem uma barreira de exaustão durante suas práticas. Uma vez transposto seu limite físico, eles adquirem novo vigor. Nessas atividades onde o foco e a concentração decidem resultados, o subconsciente assume o comando, favorecendo o desempenho. Essa integração corpo-mente na prática dos esportes indica um estado de liberdade entre ação e pensamento denominado “Fluxo”.

Porém, observe os movimentos espontâneos de um bebê: ele se articula por inteiro e pode chorar por horas sem se fadigar. Essa descontração, quando aplicada aos movimentos das artes marciais, reativa o sistema natural de proteção do organismo, programado ao longo de milhares de anos para sobreviver com economia de energia e máximo de eficiência.

Assim, experimente estimular primeiro a circulação sanguínea, na fase do aquecimento com exercícios funcionais. Em seguida, pratique os golpes da sua modalidade marcial evitando o esforço isolado. Use o poder do seu “core” e prefira aplicar as técnicas aproveitando o torque nas alavancas dos membros, sempre a partir do seu centro de gravidade e sem excesso de força. Ao final de cada sessão, alongue a coluna e as principais articulações e seu pronto: seu corpo estará tonificado, alerta e energizado!

Ao conquistar essa autonomia motora, tanto a capacidade marcial quanto intelectual do praticante, também se ampliam no processo, uma vez que o corpo erradicou o elemento que o mantinha tenso e limitava suas habilidades. É o estresse que bloqueia seu potencial e o torna vulnerável. Logo, o estresse será o primeiro oponente a ser vencido nas artes marciais.

Fonte: http://www.minhavida.com.br

Como tratar queimaduras na pele provocadas pelo sol

As pessoas veneram o sol e o efeito bronzeado que ele deixa na pele. Mas, na verdade, este bronzeado dourado apenas mascara uma queimadura vermelha e forte.

O sol pode causar muito mais dano do que simplesmente uma dolorosa queimadura. Os dermatologistas dizem que uma exposição prolongada à luz solar causa manchas marrons e vermelhas, parecidas com escamas, ressecamento, enrugamento e pior, câncer de pele.

Se, mesmo sabendo dos efeitos que o sol em excesso provocam à pele, você não conseguir resistir a algumas horinhas de exposição, veja dicas para aliviar a dor das queimaduras:

Aplique compressas de água gelada. Molhe um pano com água gelada e aplique diretamente nas áreas queimadas (não aplique gelo ou bolsas de gelo) por vários minutos, molhando o pano repetidamente para mantê-lo gelado. Aplique a compressa diversas vezes para aliviar o desconforto.

Você pode adicionar um produto suavizante, como bicarbonato de sódio ou aveia à compressa de água. Apenas misture um pouco de bicarbonato na água antes de molhar o pano ou embrulhe aveia seca numa gaze de algodão e passe na água. Depois jogue a aveia fora e molhe o pano na água que restou.

Não volte para o sol. A pele queimada é muito mais vulnerável a outras queimaduras, então fique fora do sol por alguns dias para evitar mais danos à sua pele. Saiba que, quando você estiver fora de casa durante o dia, mesmo na sombra, você está exposto à luz ultravioleta. Os raios ultravioleta podem penetrar pelas roupas. Pelo menos 50% dos raios nocivos do sol penetram pela roupa. Então, se você já está queimado de sol, ficar em casa é a melhor opção.

Além de ficar longe do sol, é importante ficar num lugar frio. Uma queimadura faz com que os vasos sangüíneos da pele se dilatem e irradiem calor para a sua pele. Você ficará mais confortável se baixar a temperatura do quarto e o mantiver frio.

Tome um banho. Entrar em uma banheira de água fria é uma ótima maneira de refrescar a queimadura e melhorar as dores, especialmente se a queimadura é grande e numa região difícil de alcançar (como suas costas). Evite usar sabonete, pois pode irritar e ressecar sua pele. Se sentir que precisa usar o sabonete, use um suave e enxague bem. Não use pano, esponja e bucha.

Se você se sentir tentado a ficar na banheira por horas, tome uma chuveirada fria. Ironicamente, encharcar-se por muito tempo pode agravar o ressecamento da pele, o que pode aumentar a coceira e o descascamento.

Hidratação. O sol resseca a superfície da pele e faz com que as células e vasos sangüíneos vazem, causando desidratação. Os banhos e as compressas fazem com que você se sinta melhor, mas podem roubar a hidratação da sua pele machucada. Para prevenir o ressecamento, aplique um hidratante imediatamente após o banho. Para um alívio refrescante da dor e do ressecamento, deixe o hidratante na geladeira antes de usar.

Que venha o aloe vera. O suco grosso, com aspecto de gel, da planta aloe vera faz com que os vasos sangüíneos se contraiam e ajuda a aliviar as dores e limitar a vermelhidão ao ser aplicado sobre uma queimadura recente. As plantas aloe vera estão disponíveis em estufas. Corte uma folha grande e aplique o gel diretamente na queimadura. Aplique de cinco a seis vezes por dia durante vários dias.

Tome água. Você pode ficar desidratado se tiver uma queimadura séria. Beba muito líquido, especialmente água, como se estivesse com febre. É possível determinar se você está hidratado no banheiro: se sua urina estiver relativamente clara, você está bem. Se estiver escura, você precisa beber mais água.

Tente usar um anestésico tópico. Anestésicos tópicos podem oferecer alívio temporário para a dor e a coceira. Procure usar produtos que contenham lidocaína. Já que algumas pessoas têm reações alérgicas a tais produtos, teste uma pequena área da pele antes de aplicar sobre o restante do corpo.

Anestésicos tópicos são vendidos tanto em creme como em spray. O spray é mais fácil de aplicar na queimadura, especialmente se ela for muito grande. Se você usar um, evite aplicar diretamente no rosto. Aplique em uma gaze e salpique suavemente no rosto.

Preste atenção nas bolhas. Uma queimadura de sol séria pode criar bolhas na pele. As bolhas de queimadura podem ser sérias ameaças, então se a sua pele está coberta por essas feridas, procure um médico imediatamente. Se você tiver apenas algumas pequenas bolhas, preste atenção para que elas não inflamem. Não as estoure ou retire a camada de pele protetora.

O tempo é o melhor remédio. No final das contas, o que vai mesmo curar suas queimaduras de sol é o tempo. Mesmo se suas queimaduras estiverem curadas, tome cuidado com o sol, porque demorará vários meses para que sua pele retorne ao mesmo nível de sensibilidade. Se você ficar exposto ao Sol enquanto sua pele ainda está se curando, ela irá queimar mais rápido e ficará mais danificada do que antes.

Fonte: http://www.humanasaude.com.br