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Como diferenciar o beisebol do softbol

Verdadeiro ou falso: a única diferença entre o softbol e o beisebol é o tamanho da bola? Falso! Embora os dois esportes sejam muito semelhantes, existem várias diferenças importantes. Aqui estão elas:

    • Equipamento: Bolas. As bolas de beisebol tem 9 centímetros de circunferência. As de softbol tem 12 centímetros de circunferência. As de softbol também são menos densas que as beisebol. Além disso, as de beisebol são brancas, enquanto as de softbol podem ser brancas ou amarelo néon.
    • Equipamento: Bastão. Os bastões de beisebol tem no máximo 1 metro de comprimento, enquanto que os de softbol não podem ser maiores que 80 centímetros.
    • Duração do jogo. Um jogo de beisebol tem 9 períodos. Um jogo de softbol tem 7. Ambos têm um período extra em caso de empate no fim do último período. Os jogos de softbol muitas vezes são decididos por um “desempate internacional”. Neste modelo a última pessoa que saiu do período anterior (geralmente o último batedor) é colocada na segunda base para iniciar o turno. As regras variam de campeonato para campeonato, mas este modelo tem sido largamente adotado pelas comunidades de softbol.
    • Dimensões do campo. Um campo de beisebol tem 27 metros de base. Um campo de softbol tem 18. A distância da grade varia de campo para campo. Mas a grade não é um requisito para tais esporte.
    • Distância do arremesso. A elevação no beisebol tem 18 metros e 15 cm do home plate. A “elevação” do softbol é de 13 a 13 metros do home plate (dependendo se é escolar, universitário ou profissional). No softbol a “elevação” não é elevada, no beisebol ela é.
    • Estilo de arremesso. O arremesso no beisebol é por cima da mão, no softbol é por baixo, ou chamado de “cata-vento”. Na técnica cata-vento o arremessador deve começar com os dois pés sobre a borracha, e evitar saltar e / ou pular quando arremessa. O arremesso começa e termina no quadril. Um arremesso ilegal no softbol, onde o jogador pula, é chamado de “crow hop”. No softbol e no beisebol os lançadores podem utilizar o mesmo arremesso para a maior parte dos casos. Uma bola “knuckle” pode ser um pouco mais desafiadora para alcançar para o arremessador de softbol devido ao tamanho relativo da bola, mas isso pode ser feito. Um arremessador de softbol tem a opção de atirar uma bola verticalmente com base no movimento do arremesso. Esta altura não é possível no beisebol.
    • Atingido por um arremesso. No beisebol, um jogador ganha a primeira base a menos que ele / ela rebata ou não tente desviar do arremesso. No softbol, um jogador ganha a primeira base a menos que ele / ela se mova ou desvie intencionalmente para ser atingido. Esta regra tem uma certa ambiguidade e é amplamente baseada na interpretação individual do árbitro da “intenção” do rebatedor.
    • Roubo de base. No beisebol, você pode roubar a bola a qualquer momento que ela esteja em movimento. No softbol você só pode roubar quando a bola deixa a mão do arremessador e quando a bola está em movimento. Se o arremessador está no “círculo de pitching”, o corredor não pode se mover a não ser que o arremessador “finja”, ou faça um movimento que possa ser interpretado como “fazendo uma jogada”. O que define um “movimento” fica a critério do árbitro. Depois que um “movimento” é feito, o corredor pode tentar avançar, já que a bola é considerada “em movimento”.
    • Conduzindo. No beisebol, os corredores estão autorizados a conduzir em qualquer base. Isto significa que o corredor não tem que tocar a base enquanto o arremessador tem a bola. Após arremesso, no entanto, o corredor de beisebol deve retornar para a base para tocá-la. No softbol, o corredor deve tocar a base até a bola deixar a mão do arremessador. Se ela deixa a base mais cedo, ela está fora.
    • Como você pode ver, existem algumas boas diferenças entre os dois jogos. Tanto homens como mulheres podem desfrutar de ambos os esportes. Em alguns casos, as regras são modificadas para atender ao grupo que está jogando, por exemplo, no softbol slow-pitch algumas ligas adicionam um outfielder extra ou colocam regras contra roubar. Seja qual for o jogo, saia, se divirta e jogue!

Fonte: http://www.comofazertudo.com.br/

 

Pouco popular no Brasil, críquete oferece treino físico completo

O críquete é ideal para quem procura um esporte ágil e competitivo!

O treino físico é completo, trabalha a força nos braços e a agilidade nas pernas. Ainda pouco conhecido no Brasil, o Clube Nipo é a sede de treinamento da Seleção Brasileira de Críquete.

Quer saber mais sobre os benefícios desse esporte?

Críquete trabalha braços e pernas

A modalidade possui técnicas para bater e pegar a bola, então você precisa ter braços fortes e habilidades de sprint para marcar pontos no jogo. Sendo assim, esse é o esporte certo para pessoas que buscam definir os músculos e ter um crescimento muscular. 

Para as crianças, o críquete também é um esporte muito adequado. Atualmente, a nova geração costuma não se exercitar mais, não brincar na rua e ficar apenas em casa assistindo televisão ou mexendo no computador. Se esse é o caso do seu filho, mude enquanto há tempo. Essas atitudes de sedentarismo podem desencadear muitos problemas futuros de saúde, socialização e bem estar.

O esporte não oferece para as crianças apenas a oportunidade de praticar uma atividade física: ele também desenvolve a coordenação motora, um aspecto importante de ser trabalhado quando ainda se é pequeno.

Além do mais, como qualquer esporte coletivo, ajuda na socialização da criança. Ela aprende a trabalhar em equipe para vencer um jogo, faz amigos nos treinos e adquire experiências que podem ser fundamentais em seu futuro.

Já para os adultos, os benefícios também são muitos. Com o jogo você queima calorias, já que vai correr bastante. O seu corpo aumenta o metabolismo e você acaba com as gorduras indesejadas, sendo ideal para quem quer emagrecer.

Críquete é um exercício divertido

Muitas pessoas acham chato fazer exercício físico, mas você precisa procurar uma atividade que lhe dê prazer. No caso do críquete, você pode acabar se apaixonando por esse esporte, unindo a atividade esportiva com uma boa forma de lazer.

Outro aspecto importante da modalidade é que ela também trabalha a resistência física. Muitas pessoas sedentárias possuem resistência baixa e estão mais propensas a desenvolverem determinadas doenças. Por isso, é importante que você aumente sua resistência, já que isso pode combater problemas respiratórios e cardiovasculares.

É importante praticar esportes, independentemente da idade. Você pode trabalhar aspectos diferentes de sua vida, aumentar o poder de concentração e ter benefícios que vão muito além da saúde. É necessário que se deixe um pouco as tecnologias de lado e se busque atividades físicas mais prazerosas, como é o caso do críquete.

Fonte : http://vivomaissaudavel.com.br/

A origem do Jiu Jitsu

O jiu jitsu ou jiu-jítsu, também conhecido pelas grafias jujutsu ou ju-jitsu (transl. j?, “suavidade”, “brandura”, e jutsu, “arte”, “técnica” Jiu jitsu é a denominação da arte e jiu “jutsu” é a denominação da arte de guerra. É uma arte marcial japonesa que utiliza alavancas e pressões para derrubar, dominar e submeter o oponente, tradicionalmente sem usar golpes traumáticos, que não eram muito eficazes no contexto em que a luta foi desenvolvida, porque os guerreiros (bushi) usavam armaduras.

Segundo alguns historiadores o Jiu jitsu ou “arte suave”, nasceu na Índia e era praticado por monges budistas. Preocupados com a auto defesa, os monges desenvolveram uma técnica baseada nos princípios do equilíbrio, do sistema de articulação do corpo e das alavancas, evitando o uso da força e de armas. Com a expansão do budismo o jiu jitsu percorreu o Sudeste asiático, a China e, finalmente, chegou ao Japão, onde desenvolveu-se e popularizou-se.

No Japão, para diferenciar do antigo jiu jitsu foi usado o termo Judô, quando Jigoro Kano desenvolveu um método esportivo reunindo as técnicas menos perigosas do jiu-jtsu. Os ideogramas Kanji japoneses de Jiu jitsu, podem receber diferentes pronúncias. No caso de “jiu” pode se pronunciar “ju” e no caso do “jitsu” pode se pronunciar “do”, ou seja jujitsu, jiujtsu e judo são traduções possíveis para os mesmos ideogramas japoneses. Portanto, Jigoro Kano apenas usou uma pronúncia diferente para a velha palavra jiu jitsu, na intenção de denominar sua “invenção”.

Mitsuyo Maeda o Conde Koma, foi praticante e estudioso do antigo jiu-jtsu e ao visitar a escola Kodokan finalizou por ippon 8 faixas preta em sequência, tornando-se faixa preta(3dan) no estilo Kodokan, que conhecemos hoje como judô.

O Judo Kodokan é um estilo forte hoje em dia, devido às ligações políticas de Jigoro Kano, mas no início, os lutadores do estilo Kosen (estilo com enfoque em Newaza, técnicas de chão) foram superiores nos campeonatos, fazendo com que as regras fossem mudadas para que não fossem mais permitidos os golpes no chão.

Maeda foi incumbido de levar o judô para algumas partes do mundo chegando nos EUA e Brasil.

Em suas lutas pelo mundo, sempre aprendia e incorporava técnicas ao seu estilo, e também lutava em exibições, motivo pelo qual foi expulso da Kodokan. Entretanto, com a popularidade do jiu-jitsu, algumas fontes o citam como judoca kodokan no intuito de desmerecer o Gracie JiuJitsu.

Todas as formas de Arte marcial japonesas atuais são “restauradas” tendo em vista que seus idealizadores foram contemporâneos, como Jigoro Kano (Judo), Morihei Ueshiba (Aikidô)e outros mais novos como mestre Oyama (kiokushin). Estes estilos foram fundados por volta de 1900 como produtos de exportação do Japão para os gaijin, sendo então estilos desmembrados e deslocados dos contextos antigos, para ensinar técnicas isoladas, uma maneira de não perder a hegemonia nas artes marciais.

Basicamente usa-se a força (própria e, quando possível, do próprio adversário) em alavancas, o que possibilita que um lutador, mesmo sendo menor que o oponente, consiga vencer. No chão, com as técnicas de estrangulamento e pressão sobre articulações, é possível submeter o adversário fazendo-o desistir da luta (competitivamente), ou (em luta real) fazendo-o desmaiar ou quebrando-lhe uma articulação.

História do Jiu Jitsu

A história mais divulgada de praticamente todas as artes marciais orientais se insere na mesma tradição lendária da origem do Zen, ao qual se pretende que estas artes marciais estejam ligadas em sua origem: o Zen teve origem na Índia, através da difusão feita por missionários budistas saídos desta região e, nesta linha, se chega à figura lendária de Bodhidharma, indiano que teria sido o 28º patriarca do Zen, fundador do Mosteiro Shaolin, na China, de onde se teriam originado os estilos do kung fu (Wu Shu), exportados para o resto do Oriente nesta clara tentativa de ligar todas as artes marciais orientais a esta lendária origem comum com a origem do Zen.

Mas se mesmo esta origem do Zen, na literatura especializada no assunto, é vista pelos estudiosos sérios, como Allan Watts, como tentativa piedosa de traçar uma ligação contínua da tradição com a origem remota na figura do Buda, com muito mais razão o estudioso sério de artes marciais deve ser alertado para o perigo de aceitar a Índia ou mesmo a China como “origem” de todos os estilos de luta oriental.

Segundo um especialista do quilate de Donn Draeger, Ph D em Haplologia e especialista em Artes Marciais orientais, “o jujutsu em si é produto japonês”. Para ele, atribuir ao Jiu jitsu origem mesmo chinesa (sobre a “origem indiana” ele nem cogita) é o mesmo que atribuir ao inventor da roda o desenvolvimento dos carros modernos… (Donn F. Draeger. Classical Budo. p. 113). Mesmo numa obra escrita por autores da família Gracie, como o livro de Jiu jitsu do Royce e do Renzo Gracie, vemos uma discussão mais realista sobre esta questão das origens do Jiu-jitsu.

Antigamente havia vários estilos de jiu-jitsu, e cada clã tinha seu estilo próprio. Por isso o jiu-jitsu era conhecido por vários nomes, tais como: kumiuchi, aiki-ju-jitsu, koppo, gusoku, oshi-no-mawari, yawara, hade, jutai-jutsu, shubaku e outros.

No fim da era Tokugawa, existiam cerca de 700 estilos de jiu-jitsu, cada qual com características próprias. Alguns davam mais ênfase às projeções ao solo, torções e estrangulamentos, ao passo que outros enfatizavam golpes traumáticos como socos e chutes. A partir de então, cada estilo deu origem ao desenvolvimento de artes marciais conhecidas atualmente de acordo com suas características de luta, entre elas o judô e o aikidô.

O Jiu-jitsu era tratado como jóia das mais preciosas do Oriente. Era tão importante na sociedade japonesa que chegou a ser _ por decreto imperial _ proibido de ser ensinado fora do Japão ou aos não japoneses, proibição que atravessou os séculos até a primeira metade do século XX. Era considerado crime de lesa-pátria ensiná-lo aos não japoneses. Quem o fizesse era considerado traidor do Japão, condenado à morte, sua família perdia todos os bens que tivesse e sua moradia era incendiada. Com a introdução da cultura ocidental no Japão, promovida pelo Imperador Meiji (1867-1912), as Artes Marciais caíram em relativo desuso em função do advento das armas de fogo, que ofereciam a possibilidade de eliminação rápida do adversário sem o esforço da luta corporal. As artes de luta só voltaram a ser revalorizadas mais tarde, quando o Ocidente também já apreciava esse tipo de luta.

Por muito tempo, o Jiu-jitsu foi a luta mais praticada no Japão, até o surgimento do Judô, em 1882. O Jiu-jitsu caiu em desuso e perdeu a sua popularidade quando a polícia de Tóquio organizou um combate entre as escolas mais famosas de Judô e Jiu-jitsu que teve por resultado 12 combates de 15 ganhos pelo Judô e um empate. Desta forma a polícia de Tóquio, que resume a sua eficácia a arte marcial pois não usavam armas, escolheu a prática do Judô, desta forma o Judô ganhou fama e popularidade por todo o Japão. Mas o Jiu-jitsu não foi esquecido nem apagado, a sua prática foi mantida viva por algumas escolas. Nos dias de hoje é difícil encontrar a arte marcial antiga e original do Jiu-jitsu pois sofreu algumas variantes e influencias de outras artes marciais de forma a adaptar-se as novas realidades e necessidades dos praticantes.

A partir do final do século XIX, alguns mestres de jiu-jitsu migraram do Japão para outros Continentes, vivendo do ensino da arte marcial e das lutas que realizavam.

Esai Maeda Koma, conhecido como Conde Koma, foi um deles. Depois de viajar com sua trupe lutando em vários países da Europa e das Américas, chegou ao Brasil em 1915 e se fixou em Belém do Pará, no ano seguinte, onde conheceu Gastão Gracie. Pai de oito filhos, cinco homens e três mulheres, Gastão tornou-se um entusiasta do jiu-jitsu e levou o mais velho, Carlos, para aprender a luta com o japonês.

Franzino por natureza, aos 15 anos, Carlos Gracie encontrou no jiu-jitsu um meio de realização pessoal. Aos 19, se transferiu para o Rio de Janeiro com a família e adotou a profissão de lutador e professor dessa arte marcial. Viajou para Belo Horizonte e depois para São Paulo, ministrando aulas e vencendo adversários bem mais fortes fisicamente. Em 1925, voltou ao Rio e abriu a primeira Academia Gracie de Jiu-Jitsu. Convidou seus irmãos Oswaldo e Gastão para assessorá-lo e assumiu a criação dos menores George, com 14 anos, e Hélio,com 12.

Desde então, Carlos passou a transmitir seus conhecimentos aos irmãos, adequando e aperfeiçoando a técnica à compleição física franzina característica de sua família.

Também transmitiu-lhes sua filosofia de vida e conceitos de alimentação natural, sendo um pioneiro na criação de uma dieta especial para atletas, a Dieta Gracie, transformando o jiu-jitsu em sinônimo de saúde.

De posse de uma eficiente técnica de defesa pessoal, Carlos Gracie viu no jiu-jitsu um meio para se tornar um homem mais tolerante, respeitoso e autoconfiante. Imbuído de provar a superioridade do jiu-jitsu e formar uma tradição familiar, Carlos Gracie lançou desafios aos grandes lutadores da época e passou a gerenciar a carreira dos irmãos.

Enfrentando adversários 20, 30 quilos mais pesados, os Gracie logo adquiriram fama e notoriedade nacional. Atraídos pelo novo mercado que se abriu em torno do jiu-jitsu, muitos japoneses vieram para o Rio, porém, nenhum deles formou uma escola tão sólida quanto a da Academia Gracie, pois o jiu-jitsu que praticavam privilegiava as quedas e o dos Gracie, o aprimoramento da luta no chão e os golpes de finalização.

Ao modificar as regras internacionais do jiu-jitsu japonês nas lutas que ele e os irmãos realizavam, Carlos Gracie iniciou o primeiro caso de mudança de nacionalidade de uma luta, ou esporte, na história esportiva mundial. Anos depois, a arte marcial japonesa passou a ser denominada de jiu-jitsu brasileiro, sendo exportada para o mundo todo, inclusive para o Japão.

Fonte: jiujitsu.net.br

Aprenda o que comer antes, durante e depois de treinos com alta intensidade

Durante a prática esportiva, a demanda de energia vem principalmente de carboidratos, independentemente da modalidade, seja endurance (corrida, ciclismo, spining, natação e etc) ou treinamento de força.
Os carboidratos estão disponíveis para o organismo através da dieta, São armazenados em forma de glicogênio muscular e hepático e sua falta leva à fadiga. A fadiga que ocorre em exercícios físicos prolongados e de alta intensidade está associada a baixos estoques e exaustão de glicogênio, hipoglicemia e desidratação. Os estoques de carboidratos são limitados e precisam ser repostos através da alimentação.
O que comer antes, durante e depois do exercício de endurance?
Antes da prática esportiva:
Os carboidratos são fundamentais para aumentar tanto as reservas de glicogênio muscular quanto hepático. Não se pode praticar exercícios físicos em jejum, a performance fica reduzida.
O desjejum ou lanche deve ser uma refeição rica em carboidratos, baixa em gordura e moderada em proteínas magras.

Opção 1: banana com mel (para aqueles que não conseguem ingerir muito volume)
Opção 2: refresco ou água de coco + sanduiche com queijo magro e peito peru
Opção 3: uma fatia de bolo simples sem recheio ou cobertura

Para manter a hidratação: até quatro horas antes, ingerir 400ml de água. De uma a duas horas antes, em torno de 250ml de água.

Durante o exercício físico:

O objetivo é ajudar na manutenção da glicemia sanguínea. Em atividades acima de uma hora de duração ou praticadas em locais inóspitos (calor, frio ou altitude), uma das opções abaixo deve ser utilizada a cada 7km ou 45 minutos:

Opção 1:Gel ou jujuba de carboidratos
Opção 2: Bananada – duas bananadas (30g) são equivalentes a um gel de carboidrato
Opção 3: Bebida esportiva

Na natação, é interessante colocar uma bebida esportiva ou solução de maltodextrina (duas colheres de sopa cheias de maltodextrina em 400ml de água) na borda da piscina.
No ciclismo de longa distância (80 km) ou acima de duas horas, além do gel de carboidrato ou bebida esportiva e água, deve ser utilizada bebida que contenha carboidratos e também um pouco de proteína ou barras de proteínas ou sanduiche de frios/queijo magro com geleia de frutas (mistura de carboidratos e proteínas).
Deve-se respeitar a ingestão de água para repor as perdas pela transpiração, de 400 a 800ml de água a cada hora.
Após o exercício:
A ingestão de carboidratos visa repor os estoques exauridos e garantir um padrão anabólico. Imediatamente depois da atividade física, devem ser utilizados carboidratos de fácil absorção como frutas, água de coco ou bebida esportiva. A alimentação no pós-treino deve associar carboidratos e proteínas para recuperação rápida.

Opção 1: sanduiche ou tapioca de queijo magro com peito peru
Opção 2: iogurte + fruta + aveia
Opção 3: shake de whey protein + frutas

Fonte: Globoesporte

Importãncia do Esporte na Adolescência | Clube Nipo

Importância do esporte na adolescência

Sabemos que a atividade física é importante em todas as fases da vida. Particularmente na adolescência além de contribuir na aquisição de hábitos saudáveis, a atividade física melhora a qualidade de vida, pois evita o sedentarismo e a obesidade, prevenindo o desenvolvimento de muitas doenças como HAS (Hipertensão Arterial Sistêmica), Aterosclerose, Diabetes, Cardiopatias e muitas outras, na vida adulta.

A escolha do esporte merece muita atenção. Deve-se levar em consideração as aptidões físicas e as condições socioeconômicas da família. Entretanto, é fundamental que o adolescente escolha um esporte que goste. Somente desta forma ele será capaz de se praticá-lo com a freqüência necessária para gozar dos benefícios que este lhe proporcionará. É aconselhável que os pais ofereçam condições para que o adolescente obtenha informações e até mesmo experimente diversos esportes. É importante que a escolha do esporte seja consciente e livre de preconceitos, assim como, que a mesma seja respeitada e estimulada pela família.

Antes de iniciar a prática de uma atividade esportiva, é recomendável a realização de uma consulta médica para avaliar as condições físicas do adolescente. A consulta com uma nutricionista também pode ser interessante, visto que em alguns casos é necessário adaptar a alimentação de acordo com o gasto energético da atividade física.

Os benefícios do esporte na adolescência são inúmeros, entre eles a diminuição da ansiedade e a regulação do sono. A excessiva preocupação pela imagem corporal é o principal estímulo que leva o adolescente a procurar a prática da atividade física. Porém, ao iniciar a prática de um esporte, o adolescente também acaba por adquirir outros hábitos saudáveis (alimentação regrada, evitar fumo e drogas, rotina, etc), o que contribui para o seu bem-estar geral.

Acreditamos que os benefícios do esporte na adolescência vão muito além dos fatores físicos. O esporte pode contribuir na melhora da autoestima do jovem, que muitas vezes encontra-se fragilizada nesta fase da vida. Além de colaborar também no desenvolvimento da noção de comprometimento, de espírito de equipe, de disciplina e de tolerância a frustração. Os esportes coletivos podem facilitar a socialização (ajudando a vencer a timidez) e atuar como uma ferramenta para aumentar a rede social do adolescente.

Desta forma, o esporte pode auxiliar na formação de valores éticos, atuando como um facilitador no processo de amadurecimento psíquico e relacional do adolescente, contribuindo para a formação integral do indivíduo.

Fonte: www.institutoadolescer.com.br

Os benefícios da pratica do esporte para as crianças

Os especialistas recomendam a prática do esporte de uma maneira equilibrada, respeitando as capacidades e as habilidades motoras de cada criança. O esporte não deve ser imposto nem visto como obrigação ou como imposição do desejo dos pais de transformar seus filhos em atletas. A criança tem que gostar e se divertir com o esporte que escolher

O esporte ajuda as crianças com problemas de relacionamento e a descobrir o corpo. É normal que a criança comece no esporte influenciado por amigos, pelos meios de comunicação, pelos pais, etc. Mas temos que levar em conta que a criança, sobretudo, divirta-se. O esporte deve ser introduzido na vida da criança de uma forma gradual, para que se dê por satisfeitas suas necessidades lúdicas.

O começo das crianças no esporte:

Entre os quatro e os seis anos de idade, a criança deve começar a ter contato com o esporte de maneira prazerosa, divertida, como se fôsse uma brincadeira. Ela deve aprender a correr, saltar e pular, pedalar ou praticar alguma atividade física em grupo, sem nenhum compromisso maior. Nessa idade, a criança deve experimentar várias modalidades esportivas, sem obrigação de aprender suas técnicas específicas. Com aproximadamente oito anos, é bom deixar que ela se oriente e direcione para determinado esporte, de acordo com suas habilidades, desejos e preferências. Deve ser uma decisão natural da criança.

O esporte ajuda a criança:

1- A fazer amigos e a ingressar na sociedade;

2- A aprender e a seguir regras;

3- A superar a timidez ou a vergonha;

4- A frear os seus impulsos e ansiedade;

5- A ser mais colaboradora e menos individualista ou egoísta;

6- A reconhecer e respeitar que existe alguém que sabe mais que ela;

7- A melhorar a sua coordenação motora;

8- A crescer física e emocionalmente;

9- A corrigir possíveis defeitos físicos;

10- A potenciar bons hábitos;

11- A dominar os seus movimentos;

12- A estimular a sua saúde e higiene;

13- A ter responsabilidades e compromissos.

 

Fonte: br.guiainfantil.com

Torção no tornozelo: como tratar e prevenir

Todo mundo está sujeito a torcer o pé. Pode acontecer durante uma caminhada normal, basta ter um buraco na calçada, a pessoa pisa torto, força o tornozelo e… pronto! A região fica inchada, dolorida, e os ligamentos sofrem lesões que podem ficar para sempre.

A torção é um movimento anormal dos ossos que provoca lesão do ligamento. É menos grave que a luxação, outro tipo de machucado da articulação. Na luxação, o ligamento se rompe e a articulação sai totalmente do lugar. É preciso um profissional para reposicionar a articulação, muitas vezes com uso de anestesia.

As torções podem vir a provocar também fraturas, que são lesões do tecido ósseo. Quando ocorre uma fratura, o osso literalmente é quebrado. Isto acontece porque uma força muito grande age sobre ele, o que pode acontecer em uma torção.

O que fazer:

A primeira atitude a ser tomada após uma torção de tornozelo é retirar o calçado para afrouxar a área. A região vai ficar inchada e avermelhada, e a melhor maneira de reduzir o inchaço é com gelo. Com o frio, os vasos sanguíneos ficam mais estreitos, o que reduz o sangramento interno do ferimento e, portanto, o inchaço.

O ideal é colocar compressas de gelo, de dez minutos cada, a cada dez minutos. É importante respeitar este intervalo para proteger a pele e as articulações. É recomendado envolver o gelo em algum tecido para evitar danos à pele. Compressas quentes são péssimas, pois pioram o inchaço.

Estes são apenas os primeiros socorros, pois é necessário seguir logo para uma consulta médica. A região machucada deve ser bem protegida no processo. No caso do tornozelo, não se deve pôr o pé no chão. O especialista vai avaliar o inchaço para ver se o ligamento pode estar lesionado ou se houve fratura. Em muitos casos, ele vai pedir exames de radiografia para verificar os ossos que mostra se os ligamentos estão bem.

A recuperação dos ligamentos é lenta e depende do tipo de lesão. Primeiro, a área fica inflamada, o que em média demora três dias. Depois, o ligamento começa a reconstruir as fibras, alinhando-as corretamente. Nesta fase, que pode durar até um mês e meio, é importante manter a articulação imobilizada. Por fim, o ligamento leva até um ano para voltar ao que era antes da contusão.

É importante respeitar os prazos de recuperação para que o tornozelo fique forte. Quando os ligamentos não cicatrizam direito, pode ocorrer um quadro conhecido como instabilidade crônica, que provoca novas torções ao longo do tempo.

Exercícios:

Alguns exercícios podem deixar o pé mais “inteligente” e prevenido contra as torções. Os pés precisam de estímulo. Os exercícios de alongamento são importantes porque garantem a elasticidade dos músculos, tendões e ligamentos, de forma que sua resposta se torna mais sincronizada e segura. Quando ocorre torção, as estruturas alongadas e saudáveis estão mais capacitadas para se adaptar às condições extremas. Abaixo, listamos alguns dos exercícios:

Bate o pé: sentado, o movimento é de levantar e abaixar a ponta do pé como se estivesse batendo a parte da frente do pé. Este exercício trabalha principalmente o músculo tibial anterior, que fica na canela e é um dos responsáveis pela formação do arco plantar e pelo movimento de elevação da parte anterior do pé.

Fortalecimento de eversores: sentado ao lado da parede com uma bola, o pé fará um movimento como se estivesse “dando tchau”. O objetivo é empurrar a bola contra a parede com a parte lateral do pé. Este exercício fortalece os músculos eversores do tornozelo, gerando maior estabilidade e tentando evitar a torção.

Andar na linha: caminhar em cima de uma linha com um pé na frente do outro. O objetivo deste exercício é melhorar o equilíbrio.

Andar com a ponta do pé para cima: caminhar com a ponta do pé para cima em linha reta. O objetivo deste exercício é melhorar o equilíbrio associado à contração isométrica do músculo tibial anterior.

Andar no colchão: caminhar em um colchão espesso, pode ser o de uma cama. O objetivo deste exercício é caminhar em um solo instável para gerar mais estabilidade para o tornozelo e melhorar o equilíbrio.

Fonte: g1.globo.com