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Oshibana |Clube NIpo

Oshibana, exposição e workshop

Dia 28/02 (domingo), irá acontecer a exposição e workshop de arte oshibana na sala de videokê do Clube Nipo. A Exposição de Oshibana reúne cerca de 50 obras produzidas com flores e folhas naturais secas e prensadas. A mostra tem curadoria da artista Mirian Tatsumi e participação de artesãs da Escola Oshibana Art.

Oshibana é uma técnica que consiste em desidratar flores, folhas, galhos, frutas e verduras, mantendo textura e cor original, para transformá-las em trabalhos de grande valor artístico.

Surgiu no século XVI na Europa, ganhou força no Japão e está presente em cerca de 10 países. No Brasil desde 2004, por intermédio de Mirian Tatsumi.Além de quadros, no estande de Oshibana terá workshop com inscrições na hora, demonstrações e vendas de centenas de itens decorados com a técnica, como caixas de joia, (caixas de vinho, chá, aviamentos, maquiagem), bijuterias, cartões, marcadores, luminárias de madeira e parafina.

Festa de Natal dos Funcionários | Clube Nipo

Festa de Natal dos funcionários do Clube Nipo

Dia 08 de dezembro ocorreu a festa de natal dos funcionários, uma confraternização feita todo fim de ano para eles e suas famílias. Houve um grande churrasco de almoço e, logo após, o bingo. Ele continha alguns prêmios e entre eles o grande prêmio, uma belissima bicicleta.

Além disso, todos os funcionários receberam cestas e brindes, doados gentilmente pelos associados: Sergio Kazuo Iwano, Celso Mikami, Henrique Mikami, Marcio Mikami, Massahiro Kawamura, Frank Shimabukuro, Luiz Takashi Suzuki, Julio Ikuno, Takeo Shinohara, Norman Pozo Molina Junior, Rosiclear Raymundo, Masayoshi Kabu, Kenzo Iwano, Mario Ueda, Rosa Okubo, Yasuhiro Katagiri, João Mizuno, Setsuko Kawano, Rosa Matsunaga, Flavio Kobayashi, Hélio Rodrigues Nogueira, Kazuo Mizuno, Jakson Yoshida, Rukiti Ueda, Wilson Takahashi, Marcelo Yoshida, Hiroshi Yoshida, Rosimeri Shiratori e Luiz Naruto Tudi; e também pelo presidente do Clube, Inácio Takeuti.

As diretorias e os associados agradecem imensamente pelo trabalho e esforço dos funcionários, na manutenção e na organização do clube.

Kouhaku Utagassen e Bonenkai com Motiyori | Clube Nipo

Kouhaku Utagassen e Bonenkai com Motiyori

Sábado, dia 12 de dezembro, aconteceu o Kouhaku Utagassen e Bonenkai do
Departamento de Videokê/Karaokê do Clube Nipo. O Kouhaku Utagassen é uma
competição de canto tradicional no Japão entre homens (equipe “Shiro”, que significa branco) e mulheres (equipe “Aka”, que significa vermelho). No Japão essa competição é feita no dia 31 de dezembro.

O Kouhaku do Clube Nipo começou no ano de 2000, com a vitória das mulheres. As notas são dadas pelo aparelho de videokê. As mulheres, ao longo destes 15 anos, têm a maioria das vitórias, e este ano não foi diferente, apesar de ter sido uma competição acirrada: vitória da Equipe Aka por 1223 pontos, contra 1217 da equipe Shiro.

Foram entregues troféus aos cantores com melhor desempenho. No masculino, Nelson Mikami ganhou a única nota 100 da competição. Em 2º lugar ficou Tibério Barat e em 3º Antônio Mizuno. Entre as mulheres, a nota mais alta foi de Stella Naito (98); em 2º, Tiemi Fukushi e em 3º a sra. Ito Kobayashi. A capitã da equipe Aka foi Rosimeri Shiratori e Tibério Barat foi o capitão da equipe Shiro.

O jantar no sistema motiyori ocorreu no espaço conhecido como Inakayá, enquanto a competição se passou na sala de videokê. Agradecemos à TALQ Troféus pelo patrocínio dos troféus entregues e à Brasnica pela doação de frutas para sobremesa. Confira as fotos:

4º Festival do Japão de Brasília | Clube Nipo

4º Festival do Japão e o Clube Nipo de Brasília

O 120º aniversário da formalização do Tratado de Amizade Japão-Brasil está tendo uma comemoração à altura. O Pavilhão do Parque da Cidade recebeu o 4º Festival do Japão em Brasília. O evento trouxe workshops, apresentações de música, exposições, demonstrações de artes marciais e o concurso de miss nikkei 2015.

Foram 2 dias para conferir a programação organizada pela Federação das Associações Nipo-Brasileiras do Centro-Oeste (Feanbra). “É uma forma de difundir questões da comunidade. Muita coisa que é oferecida na ocasião não é mais encontrada por aí. As pessoas têm oportunidade de conhecer a cultura milenar do Japão de verdade”, afirma o coordenador-geral do evento e presidente da Feanbra, Kuniyoshi Yasunaga.

O terceiro maior número de brasileiros no exterior está no país insular no Oceano Pacífico: de acordo com o Portal Brasil, são mais de 175 mil imigrantes. O território brasileiro também é um destino bastante procurado por asiáticos e concentra a maior comunidade de japoneses fora do Japão do mundo, com mais de 1,5 milhão de nipônicos.

Considerado o maior e mais receptivo clube da cultura do país na capital, o Nipo organiza atividades típicas, como aulas de kendô (arte marcial) e de taikô (instrumento de percussão) no Setor de Clubes Sul. Também é ministrada, de graça, uma turma para quem quer aprender a falar japonês. “Fazemos essas coisas para tentar preservar a cultura e as nossas raízes”, explica o diretor cultural da instituição Julio Ikuno. Nos cálculos dele, existem, aproximadamente 18 mil nikkei (descendentes de japoneses) vivendo em Brasília.

Os postos de trabalho mais comuns para os nipodescendentes envolvem cozinha, cultivo ou comércio. “Muitos vieram, ainda em meados de 1960, quando Juscelino (Kubitschek) decidiu instituir o Cinturão Verde, estimulando a produção de frutas, verduras e flores”, emendou o presidente do clube Nipo Inácio Takeudi. Aqui, segundo ele, não se produzia nada. Por isso, quando os japoneses vieram, com força de vontade e disposição, multiplicaram o trabalho e ficaram com a fama de “mestres da terra”.

Existem várias exceções. Mesmo assim, quem se graduou não esquece o passado sob o sol. “Sou advogado em um dos maiores escritórios da cidade. Mas nunca ocultei de onde eu vim. Tenho imenso orgulho do meu avô, que sustentou meu pai com o dinheiro que ganhava no Ceasa, vendendo pitaya — conhecida como a fruta do dragão”, lembrou Paulo Tirashi, 29 anos, filho de um agricultor e de uma vendedora.

Imigração japonesa em foco

Os primeiros japoneses a pisarem em terras tupiniquins vieram à bordo do navio Kasato Maru, que atracou em Santos em 18 de junho de 1908. A embarcação viajou por 52 dias e trouxe os 781 primeiros imigrantes nipônicos, vinculados ao acordo imigratório estabelecido entre Brasil e Japão na época.

Em Brasília, os descendentes de japoneses se estabeleceram, principalmente, na Colônia Agrícola Alexandre Gusmão, em Vargem Bonita, no Núcleo Bandeirante, em Taguatinga e em Planaltina. Atualmente, o número de japoneses morando em Brasília corresponde a quase quatro vezes a quantidade de pessoas vindas do Amazonas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O 107º aniversário da imigração japonesa – comemorado na última quinta-feira por ocasião da chegada do navio Kasato Maru, em Santos – não foi esquecido. A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional promoveu audiência pública na Câmara dos Deputados na data, com a presença do embaixador japonês Kunio Umeda. Na ocasião, o diplomata frisou o interesse em continuar colaborando com o desenvolvimento do Brasil, em especial, na área de recursos humanos.

Aumentar o número de estudantes brasileiros no Japão, por meio de bolsas e do programa governamental de intercâmbios Ciência Sem Fronteiras (CsF), também está entre os planos discutidos na reunião. Além de Umeda, participaram da reunião o cônsul geral honorário do Japão em Belo Horizonte, Wilson Brumer; o cônsul geral honorário do Japão em Salvador, Odecil Oliveira; e o deputado Luiz Nishimori (PR-PR), presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Japão da Câmara dos Deputados.

Em nota, o embaixador Kunio Umeda informou que entende a presença da comunidade nikkei (descendentes de japoneses que nasceram fora do país do sol nascente) como “indispensável à capital brasileira”, considerando as contribuições importantes deles desde o inicio da construção de Brasília. A agricultura praticada pelos conterrâneos também foi destacada. “Os japoneses trabalharam muito para transformar esta terra em celeiro do mundo, uma vez que não havia cultivo de grãos por aqui”, concluiu.

Fonte: Correio Braziliense

Ligia cantando concurso brasileiro de canção japonesa clube nipo

29º Concurso Brasileiro da Canção Japonesa

Nos dias 25 a 27 de julho, aconteceu na cidade de Campinas, mais um concurso promovido pela ABRAC – Associação Brasileira de Canção Japonesa, mais conhecido como Brasileirão.

Realizado tradicionalmente no mês de julho, o evento reuniu cerca de 780 cantores, previamente selecionados pelas 28 regionais que fazem parte da ABRAC. A Regional de Brasília tem como representante Paulo Márcio Yamaguti e foram inscritos 10 cantores: Namie Matsunaga (Cat. Veterano D2), Masahiro Shimabukuro (Cat. Veterano D1), Ciro Mikami, (Cat. Veterano C2), Aparecida Mikami e Celso Mikami (Cat. Veterano B), Akemi Watanabe (Cat. Juvenil A), Ayumi Watanabe (Cat. Doyo C), Marcio Yukihiro Mikami (Cat. Adulto A), Ligiane Sagae Shimabukuro e Paulo Márcio Yamaguti (Cat. Adulto B). Infelizmente por problemas de saúde, Namie Matsunaga e Aparecida Mikami não se apresentaram no concurso.

As regionais de São Paulo e Paraná concentram o maior número de cantores classificados e de campeões na várias categorias. No concurso deste ano não foi diferente, o evento foi de altíssimo nível. A equipe de Brasília conseguiu classificação em duas categorias: Ayumi Watanabe – 6º lugar na categoria Doyo C e Ligiane Sagae Shimabukuro – 9º lugar no Adulto B. Vale destacar que no ano de 2013, essas duas cantoras também foram classificadas (7º e 4º lugares respectivamente).

Parabéns à Ayumi e Ligiane, que ajudam a divulgar o nome de Brasília no cenário artístico da música japonesa!

 
 
Veja algumas fotos do evento: